Sexta-feira, Março 28, 2008

É fato: sou desastrada e SEMPRE tenho um roxo vindo não sei de onde. Roxos, geralmente notados durante o banho, seguidos da pergunta que não quer calar: como me machuco e não lembro? A cozinha é o pior ambiente (chega a triplicar), então nem pense convidar minha pessoa pra qualquer coisa que envolva comida e fogão porque você irá se arrepender (risos). Mas vamos deixar de lenga-lenga que vou contar o que me aconteceu ontem... Pois bem. Estava de saída para o meu curso, peguei minhas coisas, tranquei a porta, e por um descuido acabei jogando a chave pela janela (não tenho a cópia da chave e todo dia digo que vou tirar e nada). E agora? – pensei. A minha sorte foi contar com a ajuda do meu primo pra entrar pelos fundos da casa e pegar essa maldita chave. Rapidinho, ele pegou e me entregou. Agradecida, olhei para o relógio na parede e percebi que estava mais do que atrasada... Naquela pressa de chegar ao ponto de ônibus, acabei batendo meu rosto. Foi triste e doloroso, gente. A pancada foi tão violenta que passei uns 5 minutos sem ação. Nem sabia aonde tinha batido, achei que fosse num ferro, mas foi na madeira que meu avô colocou na porta (o que esta madeira estava fazendo ali?). Agora estou com o rosto machucado, horrível, inchado ao extremo, e perdi aula ontem e hoje. Ainda bem que não vou ter nenhum encontro amoroso, nenhuma festa ou show nos próximos dias. Fotos nem pensar, claro.

Se eu tivesse tirado a cópia dessa maldita chave, não teria me atrasado e isso não teria acontecido. Aquilo que dizem "O brasileiro só fecha a porta depois que é assaltado" cai bem nesse caso (risos). Que isso sirva de lição! Mesmo assim eu não merecia, gente. Crueldade.

Bom final de semana. Cheiro.

Por Katiane Holanda ~

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Quarta-feira, Março 26, 2008

Espiritualmente feliz. Motivo? Vários. Quer contar? Não, dessa vez guardo-os pra mim.

Pela primeira vez minha felicidade tem som de fundo – som da chuva – e vem de fora. Lembra a canção de "Patricia Marx" que diz: "Se chove lá fora, queimo aqui dentro de vontade de te abraçar..." =)

Por Katiane Holanda ~

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Terça-feira, Março 25, 2008

Uma moradia:

E ele disse:
"Você mora no meu coração!"

Ela sorriu e agradeceu. Porém, mesmo sorrindo, pensou:
"É? Aonde? Em que parte?"

Por Katiane Holanda ~

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Segunda-feira, Março 24, 2008

Salut!

Para o meu bem o feriado terminou. Não agüentava mais o feriado tedioso. Há uma semana, eu estava empolgada com uma viagem que acabou não acontecendo... Nem foi tão ruim porque matei meu tempo descansando e colocando minhas coisas em ordem. Domingo me permiti acordar tarde e passar o dia fazendo nada. O descanso foi até bom =)

Segunda-feira consegue ser pior que domingo, e começa tudo de novo: responsabilidades e compromissos. Ainda bem que sei administrar meu tempo. Sem contar que tenho um trabalho pra terminar até o final da semana. Menos mal, já que tenho mais alguns dias para concluí-lo.

Mudando o rumo do post... Me sinto estranha depois de uma conversa com Erica (amiga de alma e coração) no msn. Sei que falei demais e não poupei palavras, foi inconveniente me meter em assuntos que não me dizem respeito, mas precisava falar porque alguém precisa falar (foi mais forte que eu). Quero demais o bem dela e vê-la sofrer mais tarde é algo que não quero de jeito nenhum. Ela sabe disso.

Depois da conversa me senti tão mal que acabei comentando com o Luizim, que me deu uma luz (ele tem um poder incrível de falar sempre as coisas certas na hora certa, é impressionante) e foi nesse momento que eu parei de encucar com besteira.

Aproveitando o espaço, já que você vai ler mesmo, amiga... Espero que tenha compreendido o desabafo, certo? Tu sabe que tudo que falo pra ti é de coração e tu é minha irmãzinha.

=)





Boa semana, pessoas.

Por Katiane Holanda ~

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Quinta-feira, Março 20, 2008

William Blake escreveu:
"Há coisas que são conhecidas
E coisas que são desconhecidas
E entre elas, há portas."

Por Katiane Holanda ~

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Terça-feira, Março 18, 2008

Coisinha que fica martelando.

O tempo me trouxe respostas do fato que ocorreu... Fato que eu deveria esquecer, mas é impossível porque foi pesado, embora não repudiar a pessoa. Pra que brigar se a gente pode conversar? E aconteceu a conversa séria e desgastante, porém necessária.

O tempo passou mais rápido pra gente jogar fora qualquer pensamento ruim... Daí a pessoa 1 surge e fala que cresceu, sente muito, e se tivesse uma segunda chance faria tudo diferente. Ou seja, a pessoa 1 teve que passar por cima da pessoa 2 pra crescer. Não sei se sinto nojo ou pena.

Realmente, a pessoa 1 cresceu. Pelo menos aprendeu um bocado com o fato.

Por Katiane Holanda ~

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